Návrh zákona prezidenta Donalda Trumpa o výdajích podle odborníků zvýší administrativní náklady a zkomplikuje správu nákladů pojišťovnám, jako jsou UnitedHealthcare a Aetna (NYSE:CVS) společnosti CVS Health, které provozují zdravotní plány Medicaid.
V důsledku toho tyto pojišťovny pravděpodobně omezí pokrytí Medicaid a budou více investovat do stávajících trhů, aby si udržely zdravější členy, uvedli odborníci.
Státy uzavírají smlouvy s pojišťovnami, včetně UnitedHealthcare společnosti UnitedHealth Group (NYSE:UNH), Aetna společnosti CVS Health, Centene (NYSE:CNC) a Molina, na provozování programů Medicaid, které jsou společně financovány státními a federálními vládami.
Téměř veškerá pojišťovací činnost společnosti Molina a téměř polovina pojišťovací činnosti společnosti Centene tvoří členové Medicaid. Tento podíl je menší u společností Aetna a UnitedHealthcare, které provozují velké komerční podniky.
Sedm odborníků z oboru tvrdí, že škrty v financování návrhu zákona a jeho ustanovení, které vyžaduje, aby státy ověřovaly pracovní status pacientů, jsou pro pojišťovny tvrdou ranou.
Ustanovení v Trumpově návrhu zákona One Big Beautiful Bill Act vyžaduje, aby dospělí s nízkými příjmy ve státech, které rozšířily pokrytí Medicaid v rámci zákona Affordable Care Act, každých šest měsíců prokazovali, že splňují pracovní požadavky, aby si mohli zachovat pojištění.
Pět odborníků z oboru uvedlo, že státní úřady Medicaid, které se potýkají s nedostatkem pracovníků, budou mít potíže s prováděním ověřovacích protokolů.
„Očekává se, že státy budou muset být připraveny do roku 2026 nebo 2027, což je velmi krátká doba,“ uvedla Nikita Singareddy, generální ředitelka zdravotnické platformy Fortuna Health.
As ações da Nasdaq avançavam 2,0% no pré-mercado após a companhia divulgar seu relatório trimestral, superando as expectativas dos analistas tanto em receita quanto em lucro, registrando crescimento de dois dígitos em seus principais segmentos de negócios e anunciando o pagamento de dividendos em dinheiro.
O relatório divulgado hoje confirmou a resiliência dos negócios da Nasdaq, mesmo em um cenário de enfraquecimento mais amplo do mercado.
O lucro por ação (EPS) ajustado ficou em US$ 1,07, bem acima do consenso do mercado, de aproximadamente US$ 0,97–0,98. A receita líquida alcançou US$ 1,5 bilhão, alta de 15% em relação ao mesmo período do ano anterior, também superando as estimativas dos analistas.
Por segmento, a empresa registrou resultados recordes. A divisão Capital Access Platforms gerou US$ 621 milhões em receita, alta de 19% na comparação anual.
O segmento de fintech gerou US$ 539 milhões em receita, avanço de 16% em relação ao ano anterior. O negócio de índices foi o principal destaque, com a receita crescendo 38% na comparação anual, para US$ 271 milhões, impulsionada pelo crescimento dos ativos sob gestão em ETFs da marca Nasdaq e pela inclusão da SpaceX no Nasdaq 100, de grande repercussão, no início de julho.

O conselho de administração aprovou o pagamento de um dividendo trimestral em dinheiro de US$ 0,31 por ação, com pagamento previsto para 25 de setembro de 2026, reforçando o compromisso da administração com o retorno aos acionistas. Antes da divulgação dos resultados, os analistas já demonstravam otimismo: a TD Cowen elevou seu preço-alvo para a ação de US$ 101 para US$ 105, enquanto Goldman Sachs e RBC Capital mantiveram suas recomendações positivas.
A valorização das ações da Nasdaq se destaca em meio a um cenário macroeconômico desfavorável: no pré-mercado, o S&P 500 recuava cerca de 1,05%, o Dow Jones caía 1,17% e o Nasdaq Composite perdia aproximadamente 1,56%.
A pressão sobre o mercado decorre dos resultados decepcionantes de outras grandes empresas de tecnologia, das tensões geopolíticas e das incertezas persistentes quanto à trajetória da política monetária do Federal Reserve (Fed).
Concorrentes como a Intercontinental Exchange (ICE) e a CME Group também enfrentam esse cenário desafiador. Assim, o desempenho superior observado hoje reflete um movimento específico da Nasdaq, e não uma tendência generalizada do setor.
O que isso significa: a combinação de resultados acima das expectativas, crescimento consistente de dois dígitos nos três principais segmentos de negócios, manutenção de uma política estável de dividendos e apoio dos analistas impulsionou fortemente as ações da Nasdaq, mesmo diante da queda generalizada do mercado. Esse desempenho reforça a confiança dos investidores no modelo de receitas diversificado da companhia e em seu papel cada vez mais relevante como plataforma global de tecnologia financeira.
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